
*Palavras borradas e letras sujas com algum líquido não identificado*
...Pronta, a batizei como Iustitia Lunae que na linguagem dos celestes significa “A justiça da lua”. Sua lâmina afiada como a luz do luar e seu poder entregue ao Cavaleiro da Ordem do Sagrado Julgamento o qual, hoje, possui minha confiança sobre sua Justiça.
Loth'leen veio ao nosso encontro. Fazia tempo que não a via. Foi ótimo ter sua companhia novamente.
*Algumas palavras soltas e perdidas devido a condição do manuscrito*
जिनमें से सभी पर चंद्रमा के प्रकाश गिरता स्वागत किया है अगर वे इच्छा.के रूप में चांदी चाँद और क्षीण हो जाती, तो भी जीवन नहीं है.चंद्रमा की चमक में विश्वास है, और पता है कि उसके प्रकाश के तहत सभी जीवित प्यार उसे आशीर्वाद पता होगा. चांद पर मुड़ें और वह अपने सच्चे गाइड किया जाएगा. स्वीकृति और सहिष्णुता को बढ़ावा देना. अन्य सभी प्राणियों को देखें के रूप में बराबर होती है.साथी चन्द्रमाओं नौकरानी सहायता के रूप में यदि वे अपने प्यारे दोस्तों थे.
*Alguns poemas e cânticos sagrados*
Ao passar por Vila Verde, deparamos com duas pessoas em um beco. Gabriel sente o mal emanando dos dois e desce de nossa carruagem, eu o acompanho. Ao ver a imagem dos dois humanos digo que fiquei um pouco espantado, mas não no sentido de medo e sim de surpresa. O Cavaleiro insistiu que ambos eram malignos, mas os culpados seguiam mentido.
Pedi então a Clarividência da Lua e a sua graça me abençoou com a leitura da mente, graça na qual me especializei. Pude ver como se estivesse presente o ato cometido pelos dois. Ambos assassinaram uma criança ao tentar roubar uma pequena morada. Não foi um ato acidental, bom, pelo menos não da parte de um deles. Já da parte do outro... Apenas digo que a raiva tomou meus sentimentos e pela primeira vez em meus 17 anos de vida senti um instinto selvagem e uma vontade de rasgar em pedaços tal homem.
Invoquei uma das mais terríveis graças que possuo e acredito que foi da vontade da Lua que ela fosse utilizada, pois fluiu de uma forma que jamais senti. A graça do terrível remorso dos culpados. Tão logo a invoquei, o maldito começou a enfia sua cabeça na parede até que sem mais forças definhou no chão sobre seu próprio sangue.
*Páginas perdidas*
...pequena Elizabethson em direção ao acampamento Orc, localizado no Bosque Verde, para vingar sua família.
A Batalha foi insana. A raiva e o ódio pelo acontecimento abasteceram nossos sentimentos e nossa habilidade em combate. Eram mais de setenta orcs, dentre guerreiros e xamãs. Por um momento achei que iríamos perecer, pois colocamos os pés sem pensar, apenas movidos pela fúria.
Gabriel e Yamira foram para frente enquanto eu fiquei na retaguarda protegendo o flanco para que nenhum Orc fosse em direção à nossa carruagem que por sua vez, mantinha a pequena órfã dormindo e longe do perigo.
Rapidamente uma bola de fogo explodiu no meio do acampamento e em seguida outra. Em seguida, a quantidade de Orcs era incrível. Eles saiam de suas cabanas, como formigas de um formigueiro. Eram muitos e novamente achei que fôssemos ao encontro de nossos deuses.
Fui ferido mortalmente, mas fui salvo pelo Paladino e por Bigodes que me deu uma poção curativa. Levantei e re-pensei minhas táticas.
Gabriel notou que eu estava em dificuldades com um dos Generais orc e veio ao meu auxílio. Tão logo o finalizara, olhei para Gabriel e pedi para que voltasse para sua posição junto a um gesto de agradecimento.
- Notei que você estava em apuros e em um combate você não pode ficar anulado, você é importante.
Foi o que o Cavaleiro me disse e foi respondido com um sorriso.
Acabou o combate e fomos vitoriosos, foi uma vitória com um sabor de justiça e esse sabor foi muito apreciado por todos. Colhemos os espólios de batalha e nos re***fn*s... *trecho ilegível*